segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Algumas facilidades de se morar sozinho




E acredito que seja apenas assim mesmo. É quando a propaganda não é invasiva.
Falo de papéis e lâminas de serviços de utilidade doméstica. O que não falta na cidade é gente fazendo de tudo um pouco pra sobreviver. De lavação de tapete, pinturas, conserto de estofados, móveis sob medida, tingimento e conserto de roupas, detetizadores.
Pra quem mora sozinho esses simples folhetos são a salvação. Principalmente quando se é novo em algum lugar. Logo dá pra saber quem faz o que e como é feito, precisando de tais serviços.



O que de fato me incomoda não são os folhetos, mas algumas pessoas contratadas para fazer a distribuição desses folhetos. O Angeloni talvez seja a empresa que mais odeio, mas é o tipo de supermercado que não precisamos escolher os produtos; só pegar e levar. O problema deles são as pessoas "responsáveis" pela distribuição de lâminas. Não preciso dizer que minha caixa de correio vira e mexe está entupida de folhetos gigantescos do supermercado. Mas, fazer o que?

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Opa! pt. 1

Mês de outubro passou. Vôou. Menos mal.

A solidão de se morar sozinho pode ser amenizada quando saímos de casa ou quando decidimos ler um livro. Como disse o professor Pedro, "descobri uma leitura um santo remédio para a solidão". Ele tem razão.

A Sam, de São Paulo e o ex, de Taquara, no RS, estiveram por lá em casa para uma passada rápida. É uma amiga antiga, daquelas amizades que aconteça o que acontecer, sempre haverá a mesma intensidade de recém-conhecidos. Fomos pra Oktober de carro, em um sábado chuvoso. Acho que foi uma das primeiras vezes que realmente senti a liberdade. Chegar em casa depois de festar na Oktoberfest em Blumenau e poder deitar sem hora pra acordar -em parte, porque eu trabalho aos domingos.

Ainda não arrumei a decoração da casa. Quer dizer, comecei, mas não terminei. Estou pensando em fazer uma escultura 3D na parede utilizando apenas bandeijas de isopor do Angeloni. Dessas embalagens de frios fatiados.

domingo, 14 de outubro de 2007

Depressão?

As vezes penso que não pertenço a este lugar. Já devo ter escrito a setença passa pelo menos 10 vezes na vida.

Acho que a nossa amiga depressão voltou. E dessa vez veio forte.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Épocas e épocas

É o sumisso, a ausência, a perda da fala, o piscar de olhos. Mário de Andrade se revira no caixão neste momento.
Muita coisa tem acontecido, muitos problemas a ser resolvidos e tudo em muito pouco tempo. Tive uma conversa franca com o meu chefe e amigo Felipe. Não pretendo continuar no meu atual emprego. Pretendo, enfim, ser reconhecido. Já que isso não é possível em uma empresa com a ee do Jornal, me vou! Fiz uma inscrição para um concurso para trabalhar como Analista de Comunicação na Univali, mas uma série de problemas de envio de e-mail com arquivo anexo fez com que eu ficasse desacreditado. Julgo, até agora, como a grande chance da minha vida. Ganhar 2 pisos de jornalista e morar na Grande Floripa. Quem não quer? Vamos ver se ainda me chamam para as provas.
Hoje me deu na telha de ir na casa dos meus pais, fiquei de saco cheio de me queixar pra mim mesmo durante uma semana do meu emprego e das coisas que me tiram do sério, como ser pago pela quantidade de horas que passo na empresa e não pelo meu trabalho.
Ah, por favor.. Eu tenho graduação e pós-graduação. Não preciso disso e não quero. Quero a QUALIDADE do meu trabalho avaliada, e não as horas que passo ali.

Mas enfim, agora no final da tarde tenho uma entrevista marcada na Diretiva, uma empresa que presta serviços de consultoria aqui em Itajaí.
Tudo vai dar certo. Com calma, tudo dá certo.